Um novo baixo para a civilização ocidental, buraco negro sugou o voo 370:
2014-03-20
2014-02-19
Kate Upton no Espaço
Então? O que esperavam ver?
Um post sobre as maravilhas do universo?
Nova teoria sobre a formação da vida?
Um nova estrela?
Neh, neste post é so mesmo a Kate Upton em ambiente 0 G.
Podem ver o resto das fotos pela net
2014-02-05
Os Homens são de Marte, e de Denisova
Fartei-me de ler artigos hoje sobre isto, e decidi partilhar o que li, de tão fascinante me pareceu.
Comecemos pelo início.
Bem, pelo início será dificil, mas será algo como isto.
Primata evolui para hominidio em Africa.
Hominidio espalha-se pelo mundo.
Hominidio africano ganha vantagens que o levam a salientar em relação ao resto, e é chamado (hoje) de Sapiens.
A parte engraçada começa agora.
O nosso magrinho Sapiens sai de Africa e encontra o corpulento Neandertal. Por sorte(para nós), o cruzamento entre as duas espécies gera Sapiens, o que permite continuação da linha Sapiens. Embora haja registos de "canibalismo" e muitos ossos partidos quando as duas espécias se encontravam, pensamos que o cruzamento tenha sido extremamente positivo para o lado Sapiens.
A história podia ficar por aqui, mas Alexander Tsybankov, que estava a procurar por vestígios de neandertal numa caverna nos confins da rússia, descobre, esperem, "o fóssil com especto mais banal" que alguma vez tinha visto. O resto da ponta de um dedo mindinho.
I kid ou not, a ponta de um dedo mindinho apenas.
Como a caverna já era conhecida pelos fósseis neandertais com 30 a 50 mil anos de idade. achou o achado normal.
Mais tarde, o ADN do fóssil é analisado em Leipzig.
E voltado a analisar.
E voltado novamente a analisar.
E isto durou por 3 anos, porque a equipa não acreditava no que estava a ver.
O ADN era humano, mas não era Sapiens, nem Neandertal, mas sim "algo" mais. Ou algo diferente pelo meno, algo nunca antes visto.
Chamaram-lhe de homem de Denisova (o nome da caverna onde foi encontrado) e o nome pegou, mas demasiado tarde descobrem o erro. Não tinha cromossoma Y. Era uma rapariga, uma menina para dizer a verdade, que não chegou aos 8 anos de idades. Sabem que tinha cabelo, pele, e olhos escuros, mas mais nada podem dizer sobre os seus hábitos ou aspecto.
Com o ADN do homem de Denisova, a equipa alemã (que foi a primeira a mapear ADN neandertal) lembrou-se então de comparar os 3 ADNS (sapiens, neanderthal e denisoviano).
Aqui fica interesante.
Tal e qual como quando se faz uma triangulação (que não é possível com 2 pontos, mas com 3 já se consegue) o novo genoma veio abrir novas portas à imagem dos nossos antepassados.
O europeu comum possui cerca de 2.5% de genoma neanderthal, no entanto, 0% de genoma Denisoviano. Russos então? (onde a caverna se situa) 0%
China? 0%
Americas? 0%
Genes Denisovianos apenas foram encontrados em aborigenes australianos (5%), e populações nativas da Papua, e Filipinhas.
Mais intrigante ainda. Pegaram no nosso genoma tipicamente Europeu. Identificaram as parte vindas de Sapiens. Sabem também o que vem de Neanderthal. E sabem agora o que não vem de Denisoviano. E ficam com 2% livre. Existe, algures numa caverna por aí, um fóssil de um humanóide ainda desconhecido que faz parte da nossa herança genética.
Para terminar, e continuando com esta onda de eurocentrismo, mapearam muito recentemente o genoma de um caçador recolector Espanhol de há 7000 anos. Os resultados são, no mínimo, não o esperado:
Olhos azuis.
Pele escura.
Os mesmos genes de imunidade a doenças, resistência a bactérias e imunidade a muitas doenças musculares que temos hoje. Este antepassado muito próximo já tinha os genes de sistema imunitário que temos hoje, mas um aspecto muito diferente do Europeu actual.
Leiam mais aqui:
http://ngm.nationalgeographic.com/2013/07/125-missing-human-ancestor/shreeve-text
http://www.nature.com/news/mystery-humans-spiced-up-ancients-sex-lives-1.14196
http://www.sci-news.com/genetics/science-european-hunter-gatherers-01722.html
http://news.nationalgeographic.com/news/2014/01/140126-blue-eye-spain-fossil-human-discovery-gene/
Comecemos pelo início.
Bem, pelo início será dificil, mas será algo como isto.
Primata evolui para hominidio em Africa.
Hominidio espalha-se pelo mundo.
Hominidio africano ganha vantagens que o levam a salientar em relação ao resto, e é chamado (hoje) de Sapiens.
A parte engraçada começa agora.
O nosso magrinho Sapiens sai de Africa e encontra o corpulento Neandertal. Por sorte(para nós), o cruzamento entre as duas espécies gera Sapiens, o que permite continuação da linha Sapiens. Embora haja registos de "canibalismo" e muitos ossos partidos quando as duas espécias se encontravam, pensamos que o cruzamento tenha sido extremamente positivo para o lado Sapiens.
A história podia ficar por aqui, mas Alexander Tsybankov, que estava a procurar por vestígios de neandertal numa caverna nos confins da rússia, descobre, esperem, "o fóssil com especto mais banal" que alguma vez tinha visto. O resto da ponta de um dedo mindinho.
I kid ou not, a ponta de um dedo mindinho apenas.
Como a caverna já era conhecida pelos fósseis neandertais com 30 a 50 mil anos de idade. achou o achado normal.
Mais tarde, o ADN do fóssil é analisado em Leipzig.
E voltado a analisar.
E voltado novamente a analisar.
E isto durou por 3 anos, porque a equipa não acreditava no que estava a ver.
O ADN era humano, mas não era Sapiens, nem Neandertal, mas sim "algo" mais. Ou algo diferente pelo meno, algo nunca antes visto.
Chamaram-lhe de homem de Denisova (o nome da caverna onde foi encontrado) e o nome pegou, mas demasiado tarde descobrem o erro. Não tinha cromossoma Y. Era uma rapariga, uma menina para dizer a verdade, que não chegou aos 8 anos de idades. Sabem que tinha cabelo, pele, e olhos escuros, mas mais nada podem dizer sobre os seus hábitos ou aspecto.
Com o ADN do homem de Denisova, a equipa alemã (que foi a primeira a mapear ADN neandertal) lembrou-se então de comparar os 3 ADNS (sapiens, neanderthal e denisoviano).
Aqui fica interesante.
Tal e qual como quando se faz uma triangulação (que não é possível com 2 pontos, mas com 3 já se consegue) o novo genoma veio abrir novas portas à imagem dos nossos antepassados.
O europeu comum possui cerca de 2.5% de genoma neanderthal, no entanto, 0% de genoma Denisoviano. Russos então? (onde a caverna se situa) 0%
China? 0%
Americas? 0%
Genes Denisovianos apenas foram encontrados em aborigenes australianos (5%), e populações nativas da Papua, e Filipinhas.
Mais intrigante ainda. Pegaram no nosso genoma tipicamente Europeu. Identificaram as parte vindas de Sapiens. Sabem também o que vem de Neanderthal. E sabem agora o que não vem de Denisoviano. E ficam com 2% livre. Existe, algures numa caverna por aí, um fóssil de um humanóide ainda desconhecido que faz parte da nossa herança genética.
Para terminar, e continuando com esta onda de eurocentrismo, mapearam muito recentemente o genoma de um caçador recolector Espanhol de há 7000 anos. Os resultados são, no mínimo, não o esperado:
Olhos azuis.
Pele escura.
Os mesmos genes de imunidade a doenças, resistência a bactérias e imunidade a muitas doenças musculares que temos hoje. Este antepassado muito próximo já tinha os genes de sistema imunitário que temos hoje, mas um aspecto muito diferente do Europeu actual.
Leiam mais aqui:
http://ngm.nationalgeographic.com/2013/07/125-missing-human-ancestor/shreeve-text
http://www.nature.com/news/mystery-humans-spiced-up-ancients-sex-lives-1.14196
http://www.sci-news.com/genetics/science-european-hunter-gatherers-01722.html
http://news.nationalgeographic.com/news/2014/01/140126-blue-eye-spain-fossil-human-discovery-gene/
2014-01-22
A revolta dos frigoríficos
Era uma questão de tempo.
Toda a gente tem um limite.
E neste caso o limite foi ultrapassado vezes sem conta.
Há um limite humano para o abuso que os frigoríficos aguentam.
E chegou o dia.
O dia em que os frigoríficos se revoltaram:
Link
Como podem ler no link, um grupo de cabecinhas aproveitou o facto de hoje em dia estar (quase) tudo ligado à internet para o usar num ataque de Ddos. O que acho fantastico em todas as versões da noticia que encontro online, é que falam em "televisões, routers, e pelo menos um frigorífico".
É o equivalente a dizer que "foram encontrados os terroristas, com pistolas, granadas, fisgas, e pelo menos uma bomba nuclear".
Antes de mais, tiro o chapeu a quem se lembrou de usar um frigorífico para isto. Parece um episodio dos Monty Python, mas o importante é ter-se a ideia e ser pioneiro em qualquer coisa.
Segundo ponto, parabéns a quem inventar a primeira firewall e antivirus para electrodomésticos (com licenças anuais, e emails de spam todas as semanas a oferecer descontos de 30%)
Toda a gente tem um limite.
E neste caso o limite foi ultrapassado vezes sem conta.
Há um limite humano para o abuso que os frigoríficos aguentam.
E chegou o dia.
O dia em que os frigoríficos se revoltaram:
Link
Como podem ler no link, um grupo de cabecinhas aproveitou o facto de hoje em dia estar (quase) tudo ligado à internet para o usar num ataque de Ddos. O que acho fantastico em todas as versões da noticia que encontro online, é que falam em "televisões, routers, e pelo menos um frigorífico".
É o equivalente a dizer que "foram encontrados os terroristas, com pistolas, granadas, fisgas, e pelo menos uma bomba nuclear".
Antes de mais, tiro o chapeu a quem se lembrou de usar um frigorífico para isto. Parece um episodio dos Monty Python, mas o importante é ter-se a ideia e ser pioneiro em qualquer coisa.
Segundo ponto, parabéns a quem inventar a primeira firewall e antivirus para electrodomésticos (com licenças anuais, e emails de spam todas as semanas a oferecer descontos de 30%)
2013-12-05
2013-12-02
Dos feriados aniquilados
Ontem, como os meus estimados antigos colegas e amigos se hão de ter apercebido, para além de Domingo, foi também 1 de Dezembro. À conversa com a minha mãe por telefone, mencionei que o feriado coincidia com um Domingo (o que é um enorme desperdício de uma oportunidade de passar um dia sem trabalhar). Foi então que a minha mãe me disse ou relembrou (andando afastado de Portugal, estas coisas escapam-me, às vezes) que, de acordo com as medidas de austeridade, quatro feriados foram removidos do calendário: dois religiosos e dois civis.
Dos feriados religiosos não me apraz dizer nada. Afinal de contas, Portugal é um estado laico, e "impor" uma folga por motivos de uma fé à qual o Estado não pertence é só uma desculpa para não trabalhar, mas fazer gazeta de vez em quando sabe tão bem que não me queixo.
Debrucemo-nos portanto sobre os feriados civis que foram subtraídos ao calendário: o 5 de Outubro e o 1 de Dezembro, ou, por outras palavras, a instauração da República e a restauração da independência.
Eu acho que diz muito acerca do nosso país que o Estado tenha escolhido estas dois feriados em particular para abolir. Deixe-se de celebrar a República. Deixe-se de celebrar a independência. Sejamos uma massa disforme de cidadãos de uma terra dependente e desgovernada. Deixe-se de celebrar o 10 de Junho também e talvez para o ano Portugal já nem nome tenha. E isso vai complicar as coisas, caso nos qualifiquemos para o Mundial de 2014*.
Pax vobiscum atque vale.
* = é perfeitamente possível que, a haver um campeonato internacional de futebol em 2014, este seja europeu e não mundial. Se assim for, façam a substituição (trocadilho futebolístico, wahey!) nas vossas cabeças enquanto se riem do facto de eu não perceber nada da bola.
Dos feriados religiosos não me apraz dizer nada. Afinal de contas, Portugal é um estado laico, e "impor" uma folga por motivos de uma fé à qual o Estado não pertence é só uma desculpa para não trabalhar, mas fazer gazeta de vez em quando sabe tão bem que não me queixo.
Debrucemo-nos portanto sobre os feriados civis que foram subtraídos ao calendário: o 5 de Outubro e o 1 de Dezembro, ou, por outras palavras, a instauração da República e a restauração da independência.
Eu acho que diz muito acerca do nosso país que o Estado tenha escolhido estas dois feriados em particular para abolir. Deixe-se de celebrar a República. Deixe-se de celebrar a independência. Sejamos uma massa disforme de cidadãos de uma terra dependente e desgovernada. Deixe-se de celebrar o 10 de Junho também e talvez para o ano Portugal já nem nome tenha. E isso vai complicar as coisas, caso nos qualifiquemos para o Mundial de 2014*.
Pax vobiscum atque vale.
* = é perfeitamente possível que, a haver um campeonato internacional de futebol em 2014, este seja europeu e não mundial. Se assim for, façam a substituição (trocadilho futebolístico, wahey!) nas vossas cabeças enquanto se riem do facto de eu não perceber nada da bola.
2013-11-14
Ultimate Rap Battle - Game of Thrones edition
Ultimate Rap Battle - Game of Thrones edition
Spoilers menores, atenção a quem for sensível e não queira ouvir ##### ou %%%%%%.
Spoilers menores, atenção a quem for sensível e não queira ouvir ##### ou %%%%%%.
2013-10-31
O projecto secreto da Google, BAL
O que leva uma companhia a construir um edificio flutante? E se a companhia for a google?
O gigante tecnológico google está a construir não 1, não 2, mas 3 edifícios flutuantes nos Estados Unidos.
Quintas de servidores? Uma campanha de marketing? Irão flutuar para àguas internacionais para fugir aos impostos? Plano para dominar o mundo?
De momento, ninguém sabe.
A guarda costeira dos estados unidos assinou uma NDA (non-disclosure agreement) com a google e está fechada em copas.
A própria google também não ajuda, não confirmando nem desmentindo sequer a existência dos edifícios\barcos.
Num jogo psicológico sublime, deu-lhes os nomes de BAL0001, BAL0010, e BAL0011.
A empresa, filha da google, que está a financiar o projecto, é a "By and Large" (aka, BAL), e a numeração é claramente binária, logo, podemos tirar a conclusão de que....
Não, não consigo concluir nada....
Google Arc?
Google AI?
Google WTF?
2013-10-27
WW2 - Operação "Barba Rija" - 25 de Setembro 1941
Posts Anteriores
3) 17 Julho 1941
4) 31 Julho 1941
5) 28 de Agosto 1941
6) 4 de Setembro 1941
Estamos nos últimos dias de Setembro. No Norte, não consegui tomar Leningrado.
No centro, Moscovo resiste.
Entre o Centro e o Sul, uma enorme saliência soviética tem de ser fechada o mais rápido possível.
Não tenho divisões de infantaria suficientes para cobrir o perímetro todo e o inverno começa a espreitar!
O exército soviético chegou à barreira psicológica de 5 milhões de soldados de infantaria.
Neste quase mês inteiro, desloquei panzers para tentar fechar a saliência a sul de moscovo.
Tenho de conseguir alinhar a frente para conseguir fazer uma barreira Coesa e aguentar território conquistado.
Neste momento, temos então, do lado soviético
O exército alemão
4) 31 Julho 1941
5) 28 de Agosto 1941
6) 4 de Setembro 1941
Estamos nos últimos dias de Setembro. No Norte, não consegui tomar Leningrado.
No centro, Moscovo resiste.
Entre o Centro e o Sul, uma enorme saliência soviética tem de ser fechada o mais rápido possível.
Não tenho divisões de infantaria suficientes para cobrir o perímetro todo e o inverno começa a espreitar!
O exército soviético chegou à barreira psicológica de 5 milhões de soldados de infantaria.
Neste quase mês inteiro, desloquei panzers para tentar fechar a saliência a sul de moscovo.
Tenho de conseguir alinhar a frente para conseguir fazer uma barreira Coesa e aguentar território conquistado.
Neste momento, temos então, do lado soviético
- 5.00 Milhões soldados (+0.17M)
- 47 mil peças artilharia (-1000)
- 3600 tanques (-300)
- 7500 aviões (+800)
O exército alemão
- 3.49 Milhões soldados (+0.04)
- 35 mil peças artilharia (+1000)
- 2800 tanques (+400)
- 2800 aviões (+200)
2013-10-20
WW2 - Operação "Barba Rija" - 4 de Setembro 1941
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3) 17 Julho 1941
4) 31 Julho 1941
5) 28 de Agosto 1941
Na frente norte, más notícias.
Mais de 90 panzer perdidos na tentativa de assalto para Leningrado. A infantaria também não conseguiu melhor. Resultado, falhanço completo dos objectivos, com perda pesada em panzer, infantaria a artilharia.
Irei recompor as tropas para um novo ataque antes das chuvas chegarem.
No centro, continua o push para moscovo, mas é cada vez mais penoso. Ambos os lados estão de rastos. Já não tenho truques nas mangas aqui. Pouco combustível chega para os panzer e a infantaria está com os níveis de fatiga no máximo.
Apenas mantenho a frente Sul dinâmica. Aqui, o avanço panzer quase não oposição de momento, e ainda espero chegar a Stalino.
Neste momento, temos então, do lado soviético
O exército alemão
4) 31 Julho 1941
5) 28 de Agosto 1941
Na frente norte, más notícias.
Mais de 90 panzer perdidos na tentativa de assalto para Leningrado. A infantaria também não conseguiu melhor. Resultado, falhanço completo dos objectivos, com perda pesada em panzer, infantaria a artilharia.
Irei recompor as tropas para um novo ataque antes das chuvas chegarem.
No centro, continua o push para moscovo, mas é cada vez mais penoso. Ambos os lados estão de rastos. Já não tenho truques nas mangas aqui. Pouco combustível chega para os panzer e a infantaria está com os níveis de fatiga no máximo.
Apenas mantenho a frente Sul dinâmica. Aqui, o avanço panzer quase não oposição de momento, e ainda espero chegar a Stalino.
Neste momento, temos então, do lado soviético
- 4.83 Milhões soldados (-0.08M)
- 48 mil peças artilharia (-3000)
- 3900 tanques (-1200)
- 6700 aviões (=)
O exército alemão
- 3.45 Milhões soldados (-0.04)
- 34 mil peças artilharia (-1000)
- 2400 tanques (-200)
- 2600 aviões (-300)
2013-10-14
WW2 - Operação "Barba Rija" - 28 de Agosto 1941
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3) 17 Julho 1941
4) 31 Julho 1941
A frente norte resume-se tudo a isto:
Leningrado está cercada por terra, perdendo toda e qualquer ligação terrestre por Sul. A norte, os meus (maus) aliados finlandeses recusam-se, por decisão política, a atacar, mantendo apenas posições e impedindo mantimentos de chegarem à cidade por terra. Leningrado está suspensa pelo porto de Osivonets. Tomo aquele porto, e os defensores ficam sem balas, sem comida, e sem combustível. Vou apostar tudo para atravessar o istmo e tomar o porto.
A 31 de Agosto começará um ataque em toda a extensão de Leningrado, com o intuido de dividir o máximo as forças defensoras. Será seguido por um bombardeamento intenso de aviação e artilharia durante 2 dias. A 3 de Agosto a Infantaria, Infantaria móvel, seguirão logo atrás de panzers no assalto, usando pontes móveis feitas pelas brigades de sapadores e engenharia. Um derrota aqui significará muitos panzers e homens perdidos na água...
Na frente Sul tenho novidades. Desloquei 4 divisões panzer do centro e norte para aqui. Mas não só. Deixei o extremo sul a ser controlado pelos aliados Romenos e Húngaros (com 3 ou 4 divisões alemãs para dar algum poder de impacto a este sector), mas consegui assim focar as divisões alemãs para apoiar os panzer e fazer uma enorme ferida na linha soviética. Ameaço Kiev pelo sul agora. Mas não só, o grosso da produção de t-34 soviético ainda se encontra em Kharkov(60 tanques - POR SEMANA!), e nos próximos dias aposto que vai ser o pânico do lado soviético para tentar retirar o máximo de maquinaria e indústria de lá. Levarão alguns meses até, algures para a sibéria, resumirem a produção. A sul de Kharkov, o meu objectivo (real) para este inverno. Stalino. Mais a este, ainda como miragem, Estalingrado.
PS: Andam rumores a circular pela frente. Afinal o inverno soviético não é tão mau quanto dizem. Quer dizer, o que é o pior que me pode aparecer nos meses de inverno que se avizinham?
Quanto a números. O exército soviético continua a crescer em infantaria. Uma capacidade simplesmente incrível de conseguir mobilizar e aumentar os seus activos mesmo sofrente milhares de baixas por cada semana que passa.
Por outro lado, o meu avanço sobre pontos chaves está a obrigar a indústria pesada (que produz as peças de artilharia e tanques) a serem deslocadas para a sibéria, o que me dá alguns meses para provocar baixas neste sectores, sem que a indústria consiga compensar com produção. Na frente aérea, bastantes baixas do lado Alemão, especialmente na frente Norte e Centro. A proximidade a Leningrado e Moscovo a mobilizar enxames de caças modernos.
Por fim, perdi muitos panzer em confrontos diretos, mesmo assim acho que foram bem gastos, quando tenho um ratio de 1:10. Cada panzer destruido, levou consigo 10 tanques soviets! A continuar assim, reduzo o exército soviético a apenas infantaria sem capacidade ofensiva. Onwards!
Neste momento, temos então, do lado soviético
O exército alemão
4) 31 Julho 1941
A frente norte resume-se tudo a isto:
Leningrado está cercada por terra, perdendo toda e qualquer ligação terrestre por Sul. A norte, os meus (maus) aliados finlandeses recusam-se, por decisão política, a atacar, mantendo apenas posições e impedindo mantimentos de chegarem à cidade por terra. Leningrado está suspensa pelo porto de Osivonets. Tomo aquele porto, e os defensores ficam sem balas, sem comida, e sem combustível. Vou apostar tudo para atravessar o istmo e tomar o porto.
A 31 de Agosto começará um ataque em toda a extensão de Leningrado, com o intuido de dividir o máximo as forças defensoras. Será seguido por um bombardeamento intenso de aviação e artilharia durante 2 dias. A 3 de Agosto a Infantaria, Infantaria móvel, seguirão logo atrás de panzers no assalto, usando pontes móveis feitas pelas brigades de sapadores e engenharia. Um derrota aqui significará muitos panzers e homens perdidos na água...
No centro, estou a cerca de 90km de Moscovo, e está cada vez mais difícil avançar. O combustível demora a chegar aos panzer, e os soviéticos trazem cada vez mais infantaria para a linha de defesa, tendo agora linhas duplas de defesa (defesa em profundidade, para impedir avanços repentinos de panzer, que, com pouco combustível, pouco avançam) Coloquei os panzer a norte e sul de Moscovo, para obrigar os vermelhos a deslocar tropas para os flancos. Se não avançar pelo centro, avanço pelos flancos e obrigo a capitulação de Moscovo pela fome.
Na frente Sul tenho novidades. Desloquei 4 divisões panzer do centro e norte para aqui. Mas não só. Deixei o extremo sul a ser controlado pelos aliados Romenos e Húngaros (com 3 ou 4 divisões alemãs para dar algum poder de impacto a este sector), mas consegui assim focar as divisões alemãs para apoiar os panzer e fazer uma enorme ferida na linha soviética. Ameaço Kiev pelo sul agora. Mas não só, o grosso da produção de t-34 soviético ainda se encontra em Kharkov(60 tanques - POR SEMANA!), e nos próximos dias aposto que vai ser o pânico do lado soviético para tentar retirar o máximo de maquinaria e indústria de lá. Levarão alguns meses até, algures para a sibéria, resumirem a produção. A sul de Kharkov, o meu objectivo (real) para este inverno. Stalino. Mais a este, ainda como miragem, Estalingrado.
PS: Andam rumores a circular pela frente. Afinal o inverno soviético não é tão mau quanto dizem. Quer dizer, o que é o pior que me pode aparecer nos meses de inverno que se avizinham?
Quanto a números. O exército soviético continua a crescer em infantaria. Uma capacidade simplesmente incrível de conseguir mobilizar e aumentar os seus activos mesmo sofrente milhares de baixas por cada semana que passa.
Por outro lado, o meu avanço sobre pontos chaves está a obrigar a indústria pesada (que produz as peças de artilharia e tanques) a serem deslocadas para a sibéria, o que me dá alguns meses para provocar baixas neste sectores, sem que a indústria consiga compensar com produção. Na frente aérea, bastantes baixas do lado Alemão, especialmente na frente Norte e Centro. A proximidade a Leningrado e Moscovo a mobilizar enxames de caças modernos.
Por fim, perdi muitos panzer em confrontos diretos, mesmo assim acho que foram bem gastos, quando tenho um ratio de 1:10. Cada panzer destruido, levou consigo 10 tanques soviets! A continuar assim, reduzo o exército soviético a apenas infantaria sem capacidade ofensiva. Onwards!
Neste momento, temos então, do lado soviético
- 4.91 Milhões soldados (+0.16M)
- 51 mil peças artilharia (-6000)
- 5100 mil tanques (-3500)
- 6700 aviões (+700)
O exército alemão
- 3.49 Milhões soldados (=)
- 35 mil peças artilharia (=)
- 2600 tanques (-350)
- 2900 aviões (-350)
2013-10-12
WW2 - Operação "Barba Rija" - 31 de Julho 1941
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Ultimos dias de Julho de 1941 e momento de tomar decisões.
Estou a poucos KM de distância do objectivo final da frente Norte. Leningrado.
No centro, menos de 200km até moscovo.
No sul, estou perto do desastre. Pouco terreno ganho, e um Estalingrado ridiculamente distante...
Mantenho panzers no norte para garantir a tomada de Leningrado? Ou desloco os mesmos para o centro para ajudar na tomada de moscovo? Ou até para Sul, para ganhar terreno até 1942?
No centro, concentro-me em moscovo, ou desvio tudo para sul para obrigar as posições soviéticas a recuar?
Não posso ignorar o constante aumento de soldados do lado soviético. Perto de 5 milhões neste momento, mesmo com as baixas diárias que lhes estou a causar.
Os grandes centros de recrutamento estão em cidades do Sul e em Moscovo.
Não posso ignorar também a indústria. O grosso da produção soviética está mais uma vez no sul, preciso de colocar pressão nestra frente.
Neste momento, temos então, do lado soviético
O exército alemão
- 4.75 Milhões soldados (+0.5M)
- 57 mil peças artilharia (+13000)
- 8600 mil tanques (-1600)
- 6000 aviões (-1400)
O exército alemão
- 3.49 Milhões soldados (+0.03M)
- 35 mil peças artilharia (+1000)
- 2950 tanques (-50)
- 3250 aviões (+50)
2013-10-09
WW2 - Operação "Barba Rija" - 17 de Julho 1941
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0) Intro
1) Frente Norte 22 a 30 Junho 1941
1) Frente Centro 22 a 30 Junho 1941
1) Frente Sul 22 a 30 Junho 1941
2) 3 Julho 1941
Na frente norte, atravesei o rio com divisões panzer a cerca de 20km sul de Pskov. A batalha foi anticlimática. De um lado, 8000 soldados confusos, que mal sabiam de que lado do rio deveriam estar. Do outro, 32 mil soldados e 195 panzer. O resultado é obvio:
Atravesso o rio mas infelizmente os panzer estão a funcionar a vapores de diesel. Vão aguardar uns dias até reabastecer por completo, deixando para a infantaria a luta por ora. O objectivo da frente norte está já visível: Leningrado. O caminho até lá não é ideal. Florestas ou pântanos... Como estou bastante avançado aqui, vou fazer um push para trazer a infantaria até às portas de Leningrado e desloco depois os Panzer para a frente centro ou Sul...
Frente centro. Moscovo acordou. Acordou e lançou ondas de infantaria para a batalha de Smolensk. Tenho, neste momento, os panzer a reabastecer, mas cercados por uma cortina humana. Vejo também algumas divisões blindadas e pequenas fortificações. Equipo 2 divisões panzer com STUG, o pequeno blindado de assalto.
No sul, fiz o inesperado e empurrei para sul, isolando uma grande porção de território, e avançando onde a resistência é menor. Vou obrigar as posições soviéticas a repensar a defesa se não querem ficar isoladas:
Kiev continua incrivelmente longe...
Neste momento, temos então, do lado soviético
O exército alemão
0) Intro
1) Frente Norte 22 a 30 Junho 1941
1) Frente Centro 22 a 30 Junho 1941
1) Frente Sul 22 a 30 Junho 1941
2) 3 Julho 1941
Na frente norte, atravesei o rio com divisões panzer a cerca de 20km sul de Pskov. A batalha foi anticlimática. De um lado, 8000 soldados confusos, que mal sabiam de que lado do rio deveriam estar. Do outro, 32 mil soldados e 195 panzer. O resultado é obvio:
Atravesso o rio mas infelizmente os panzer estão a funcionar a vapores de diesel. Vão aguardar uns dias até reabastecer por completo, deixando para a infantaria a luta por ora. O objectivo da frente norte está já visível: Leningrado. O caminho até lá não é ideal. Florestas ou pântanos... Como estou bastante avançado aqui, vou fazer um push para trazer a infantaria até às portas de Leningrado e desloco depois os Panzer para a frente centro ou Sul...
Frente centro. Moscovo acordou. Acordou e lançou ondas de infantaria para a batalha de Smolensk. Tenho, neste momento, os panzer a reabastecer, mas cercados por uma cortina humana. Vejo também algumas divisões blindadas e pequenas fortificações. Equipo 2 divisões panzer com STUG, o pequeno blindado de assalto.
No sul, fiz o inesperado e empurrei para sul, isolando uma grande porção de território, e avançando onde a resistência é menor. Vou obrigar as posições soviéticas a repensar a defesa se não querem ficar isoladas:
Kiev continua incrivelmente longe...
Neste momento, temos então, do lado soviético
- 4.25 Milhões soldados (+0.01M)
- 44 mil peças artilharia (-1000)
- 10.2 mil tanques (-800)
- 7400 aviões (-1200)
O exército alemão
- 3.46 Milhões soldados (+0.05M)
- 34 mil peças artilharia (=)
- 3000 tanques (-200)
- 3200 aviões (+50)
2013-10-06
WW2 - Operação "Barba Rija" - 3 de Julho 1941
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1) Frente Norte 22 a 30 Junho 1941
1) Frente Centro 22 a 30 Junho 1941
1) Frente Sul 22 a 30 Junho 1941
Na frente Norte estou a fazer preparativos para o assalto a Pskov. Riga foi tomada e as restantes divisões de infantaria estão ainda a sul do Daugava. Tenho agora de tomar a decisão ou de aguardar que a infantaria chegue para consolidar os flancos, ou continuo o assalto com os panzer, que estão neste momento a cerca de 60% de fuel.
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1) Frente Norte 22 a 30 Junho 1941
1) Frente Centro 22 a 30 Junho 1941
1) Frente Sul 22 a 30 Junho 1941
Na frente Norte estou a fazer preparativos para o assalto a Pskov. Riga foi tomada e as restantes divisões de infantaria estão ainda a sul do Daugava. Tenho agora de tomar a decisão ou de aguardar que a infantaria chegue para consolidar os flancos, ou continuo o assalto com os panzer, que estão neste momento a cerca de 60% de fuel.
(Um panzer 38(t) na frente Norte)
A visão geral é esta:
- A linha soviética está a usar um pequeno rio que vai desde Pskov para sul como barreira natural.
- Os nossos aviões de reconhecimento encontraram tanques soviéticos a concentrarem-se a cerca de 80km a sul de Pskov.
- As bases aéreas e a linha logística estão ainda demasiado longe de Pskov. Um assalto panzer será feito sem apoio aéreo.
(Clique para ZOOM)
Na Frente Centro continuam as operações para obrigar a rendição do bolso formado nos primeiros dias do conflito. Os panzer continuaram o avanço, sem oposição, e Misnk foi tomada. Porquê a falta de oposição?
Como se pode observar, na parte Oeste ainda resistem algumas divisões teimosas, mas será uma questão de dias até ter a rectaguarda segura, e mais alguns milhares de prisioneiros. A Este, a vanguarda panzer está bastante avançada em relação à infantaria, mas vou mesmo assim pressionar em direcção a smolensk antes de poderem fortificar a zona florestada no inicio da "ponte terrestre". Depois desta zona, encontro apenas planície até Smolensk, e posso inclusive flankear a guarnição do Dniper fazendo um movimento súbito para Sul.
A Frente Sul foi reforçada com mais divisões panzer, mas os Soviéticos estão a responder em igual moeda. Detecto um aglomerar simplesmente massivo de t-34 nesta zona. Embora tenham tripulação inesperiente, arrisco-me a ser flanqueado se não espero pela infantaria. Sendo assim, vou ser pouco convencional, e em vez de forçar para Este vou forçar para sul, ligando os Panzer aos aliados Hungaros e Romenos, criando assim um "bolso" enorme enquando a infantaria não chega à frente:
Tudo isto não remove a ameaça do aglomerado de tanques soviet, mas ganha-me algum tempo para reforçar as divisões panzer com Panzer Iv, e garantir a captura de mais algumas divisões que não votarão a lutar.
Neste momento, temos então, do lado soviético (baixas em todos os sectores):
O exército alemão (baixas apenas nos panzer, a grande parte delas operacionais - avarias, suspensões partidas, etc):
O motivo é o rio Dnieper. As tropas soviéticas recuaram todos para a outra margem do imponente Rio. Atacar directamente por aqui é operação titânica. (em termos de simulação, significa que as tropas atacantes atacam com 2/3 de penalização), e até de movimentar combustível, munição e mantimentos é 3 vezes mais
difícil. O que significa que vou ter de forçar o caminho pela "ponte terrestre de Smolensk":Como se pode observar, na parte Oeste ainda resistem algumas divisões teimosas, mas será uma questão de dias até ter a rectaguarda segura, e mais alguns milhares de prisioneiros. A Este, a vanguarda panzer está bastante avançada em relação à infantaria, mas vou mesmo assim pressionar em direcção a smolensk antes de poderem fortificar a zona florestada no inicio da "ponte terrestre". Depois desta zona, encontro apenas planície até Smolensk, e posso inclusive flankear a guarnição do Dniper fazendo um movimento súbito para Sul.
A Frente Sul foi reforçada com mais divisões panzer, mas os Soviéticos estão a responder em igual moeda. Detecto um aglomerar simplesmente massivo de t-34 nesta zona. Embora tenham tripulação inesperiente, arrisco-me a ser flanqueado se não espero pela infantaria. Sendo assim, vou ser pouco convencional, e em vez de forçar para Este vou forçar para sul, ligando os Panzer aos aliados Hungaros e Romenos, criando assim um "bolso" enorme enquando a infantaria não chega à frente:
Tudo isto não remove a ameaça do aglomerado de tanques soviet, mas ganha-me algum tempo para reforçar as divisões panzer com Panzer Iv, e garantir a captura de mais algumas divisões que não votarão a lutar.
Neste momento, temos então, do lado soviético (baixas em todos os sectores):
- 4.24 Milhões soldados
- 45 mil peças artilharia
- 11 mil tanques
- 8600 aviões
O exército alemão (baixas apenas nos panzer, a grande parte delas operacionais - avarias, suspensões partidas, etc):
- 3.41 Milhões soldados
- 34 mil peças artilharia
- 3200 tanques
- 3150 aviões
2013-10-01
WW2 - Operação "Barba Rija" - Frente Sul - 22 a 30 de Junho 1941
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1) Frente Norte 22 a 30 Junho 1941
1) Frente Centro 22 a 30 Junho 1941
Não estava à espera do que aconteceu na frente Sul. Depois do sucesso na frente Norte e Centro, a primeira semana na frente Sul foi uma surpresa. Literalmente hordas de infantaria soviética, com linhas de defesa por detrás de linhas de defesa, e pela primeira vez, t-34s e alguns KV-1 pararam o avanço panzer. Percorri metade da distância que esperava, e as 4 divisões panzer nesta frente de combate revelam-se claramente insuficientes.
O tipo de terreno apresentado por esta frente - planícies - é ideal para panzer mais pesados e com mais poder de fogo. O panzer III, com a sua arma curta de pouca penetração não é ideal aqui, logo, vou alocar com urgência os Panzer IVf (que estão a entrar em produção) para esta frente. Produzindo 9 por semana e tendo 25 já a caminho, consigo ter metade de uma divisão com eles nos primeiros dias de Julho.
Acabada a primeira semana, o exército soviético tem:
O exército alemão:
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1) Frente Norte 22 a 30 Junho 1941
1) Frente Centro 22 a 30 Junho 1941
Não estava à espera do que aconteceu na frente Sul. Depois do sucesso na frente Norte e Centro, a primeira semana na frente Sul foi uma surpresa. Literalmente hordas de infantaria soviética, com linhas de defesa por detrás de linhas de defesa, e pela primeira vez, t-34s e alguns KV-1 pararam o avanço panzer. Percorri metade da distância que esperava, e as 4 divisões panzer nesta frente de combate revelam-se claramente insuficientes.
O tipo de terreno apresentado por esta frente - planícies - é ideal para panzer mais pesados e com mais poder de fogo. O panzer III, com a sua arma curta de pouca penetração não é ideal aqui, logo, vou alocar com urgência os Panzer IVf (que estão a entrar em produção) para esta frente. Produzindo 9 por semana e tendo 25 já a caminho, consigo ter metade de uma divisão com eles nos primeiros dias de Julho.
Os meus objectivos aqui são Rovno, Zhitomir, Kiev, Kharkov, Stalino e, mais para Este e fora do screenshot, Estalingrado (Stalingrad). A primeira semana desastrosa significa que fiquei a mais de 40 km de Rovno. Mais a sul, os aliados Húngaros e Romenos, por inactividade política, mantiveram as posições e nem uma bala foi disparada.
- 4.3 Milhões soldados
- 46 mil peças artilharia
- 13 mil tanques
- 9200 aviões
O exército alemão:
- 3.36 Milhões soldados
- 33 mil peças artilharia
- 3500 tanques
- 3100 aviões
WW2 - Operação "Barba Rija" - Frente Centro - 22 a 30 de Junho 1941
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Frente Norte - 22 a 30 Junho 1941
A frente centro foi muito mais fluída. Tenho 11 divisões panzer e 8 divisões motorizadas nesta frente (não fosse o objectivo Moscovo) e como tal, o conflito aqui promete ser muito mais empolgante.
Os objectivos intermédios são Mink, Smolensk, Viazma, terminando em Moscovo (clicar na imagem para ZOOM)
Não tenho apenas mais divisões panzer nesta frente. Estão também ocupadas por Panzer III. Moderno e mais do que testado, é ideal para suporte a infantaria.
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Frente Norte - 22 a 30 Junho 1941
A frente centro foi muito mais fluída. Tenho 11 divisões panzer e 8 divisões motorizadas nesta frente (não fosse o objectivo Moscovo) e como tal, o conflito aqui promete ser muito mais empolgante.
Os objectivos intermédios são Mink, Smolensk, Viazma, terminando em Moscovo (clicar na imagem para ZOOM)
Não tenho apenas mais divisões panzer nesta frente. Estão também ocupadas por Panzer III. Moderno e mais do que testado, é ideal para suporte a infantaria.
Até agora, tanto na frente norte como na Centro, mal vi oposição blindada soviética. Destrui mais de 700 t-26 (uma relíquia da guerra civil dos soviets) e perdi menos de 10 panzer III. Onde estão os famosos t-34? E os colossos KV-1?
Aqui na frente centro a abordagem foi diferente. Em vez de simplesmente empurrar em frente, cerquei 2 grandes grupos, com o 3º grupo panzer (a verde) pelo norte, e o 2º grupo panzer pelo sul (a azul) e espero obrigá-los a uma rendição completa nos próximos dias, como podem ver (clique para ZOOM):
Mais de 25 divisões presas no primeiro "bolso", e cerca de 5 no segundo, talvez perto de 300 mil soldados que não voltarão a lutar do lado vermelho. Fiz um esforço para chegar às portas de Minsk, mas uma divisão panzer não é o ideal para lutar em terreno urbano. Vou contornar e isolar a cidade alguns dias até a infantaria regular chegar.
2013-09-30
WW2 - Operação "Barba Rija" - Frente Norte - 22 a 30 de Junho 1941
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Os objectivos traçados pelo comando Alemão são tudo menos modestos.
Até à chegada das primeira chuvas de Outono, tenho de ocupar Leningrado a Norte, Moscovo no Centro, e Estalingrado no Sul. Temos então a frente divida em 3, Frente Norte (FN), Centro (FC) e Sul (FS).
A distância de cada frente até ao objetivo final pode então servir de "barra de progresso":
FN - 718km até ao objectivo
FC - 932km até ao objectivo
FS - 1491km até ao objectivo
Estamos a 22 Junho 1941. 03:00 da manhã e cerca de 500 bombardeiros, 280 stukas e 500 caças alemães atingem as bases aéras soviéticas. Consigo destruir mais de 2500 aviões antes do sol nascer, perdendo pouco mais de 120. Espero conseguir supremacia aérea total durante as primeiras semanas.
Intro
Os objectivos traçados pelo comando Alemão são tudo menos modestos.
Até à chegada das primeira chuvas de Outono, tenho de ocupar Leningrado a Norte, Moscovo no Centro, e Estalingrado no Sul. Temos então a frente divida em 3, Frente Norte (FN), Centro (FC) e Sul (FS).
A distância de cada frente até ao objetivo final pode então servir de "barra de progresso":
FN - 718km até ao objectivo
FC - 932km até ao objectivo
FS - 1491km até ao objectivo
Estamos a 22 Junho 1941. 03:00 da manhã e cerca de 500 bombardeiros, 280 stukas e 500 caças alemães atingem as bases aéras soviéticas. Consigo destruir mais de 2500 aviões antes do sol nascer, perdendo pouco mais de 120. Espero conseguir supremacia aérea total durante as primeiras semanas.
Perto das 07:00, a artilharia começa a ser ouvida. 3800 panzer, 32 mil peças de artilharia e 3.3 milhões de soldados atacam de surpresa o gigante soviético.
A norte, o objectivo final é Leningrado. Até lá, tenho de tomar Riga, Pskov e Novgorod (assinalados no mapa), sendo estas cidades vitais para servirem de "catapulta" para a minha logística conseguir enviar combustível, munição e comida até à frente de combate.
(clicar na imagem para ZOOM)
O ataque de surpresa é super bem sucedido. Consigo atravessar o rio Daugava na primeira semana com as 3 divisões panzer que disponho na frente norte. Grande parte dos Panzer nestas 3 divisões são os Panzer 38(t). Pequeno e fiável, faz com que eles seja a escolha ideal para as zonas florestadas ou pantanosas que vou encontrar nesta frente.
A infantaria motorizada fica ligeiramente atrás, para garantir que as rotas logísticas continua abertas e não há surpresas (o "canal" aberto pelo push panzer que vêm no screenshot abaixo é de mais de 50km de largura). Com os panzer a norte do rio vou conseguir isolar Riga (no topo centro da imagem) rapidamente, e assim que a primeira infantaria chegar à cidade já ela estará com 1 ou 2 semanas de cerco e fome em cima. Objectivo será então tomar Riga com a infantaria, e tentar um rush com as divisões panzer até Pskov, aproveitando enquanto os soviético estão desorganizados.
(clicar na imagem para ZOOM)
2013-09-28
WW2 - Operação "Barba Rija" - Intro
Estou a (re)jogar Gary Grigsy War in the East, um simulador estretégico da frente soviética - 41 a 45
É um dos chamados jogos de "barba rija", "hardcore" ou "só para malucos". Sem gráficos de mereçam esse nome, com uma data de estatísticas e detalhes que vai quase ao detalhe de que par de meias o "Fritz" estava a usar a 21 de Janeiro de 1942 às 14:20.
Não vos vou claro chatear com esse nível de detalhe. Vou sim tentar dar uma visão global do que se passa, jogando pelo lado Alemão.
Antes de mais, uma pequena intro do que é que exactamente vão estar a ver nos screenshots.
Divisão de Infantaria (aka, o envelope)
Este símbolo representa uma divisão de infantaria, que no ínício do jogo para a Alemanha representa cerca de 16 mil(!) soldados, e cerca de 200 peças de artilharia de vário calibre. Os números que vêm em todas as "peças" significam sempre o mesmo. O primeiro número (neste caso, o 13) é uma estimativa do poder de combate desta unidade, e o segundo a capacidade de movimento (neste caso, 16).

Divisão de Infantaria Motorizada (aka, envelope com pontinhos!)
Basicamente, uma divisão de infantaria sobre rodas. Toda ela motorizada, incluindo as peças de artilharia e incluindo algumas baterias AA. Notem a capacidade de combate similar à infantaria, com uma capacidade de movimento muito maior!

Divisão Panzer (aka, ???)
Pequem em unidades de infantaria motorizada, e adicionem de 100 a 250 panzer. Os panzer que existem em cada unidade vão sempre depender de vários factores, como o estado da nossa produção, factores logísticos, etc. O que interessa é que estas unidades são o que melhor a Alemanha tem para oferecer.

Unidades Auxiliares
Há vários tipos de unidades auxiliares. No topo (HQ) unidades de comando, que concentram em si unidades de suporte (artilharia, alguns tanques, sapadores, etc) e que basicamente dão bónus por estarem ao pé da frente de combate. à baixo à direita, unidades de polícia (SEC) que são quem vão manter as cidades conquistadas aos Soviets calminhas. E em baixo à esquerda Bases Aéreas (nesta altura, qualquer pedaço de terra firme e plano servia para um avião de combate levantar voo ou aterar. Só era preciso apoio logístico. Era assim possível manter as Bases Aéreas móveis e sempre perto da frente)
Há mais uma coisita ou outra, mas conforme for relevante, vou falando delas.
2013-09-25
3 Grupos de siglas que não conheço estão a tentar bloquear o Pirate Bay
3 Grupos de siglas que não conheço estão a tentar ter o Pirate Bay (e mais uns quantos) sites bloqueados.
Via exame informatica:
"A FEVIP, GEDIPE e MAPINET vão apresentar um processo no TPI com o objetivo de obrigar os operadores, ISP e outras empresas que providenciam ligações à Net, a aplicarem filtros tecnológicos que impedem o acesso aos sites de partilha e streaming de vídeos mais populares em Portugal. O Pirate Bay é um dos alvos escolhidos. A este nome emblemático da livre partilha de ficheiros deverão juntar-se os sites de conteúdos piratas mais procurados em Portugal. O que, avaliando pelo ranking Alexa, torna os sites Wareztuga, BTNext ou FirstRow em possíveis alvos de bloqueio."
Em outras noticias, a FIVIL, PID e KGB entregaram um ultimato às Estradas de Portugal, obrigando essa empresa a colocar lombas nas auto estradas de modo a qualquer condutor que passe os 120km/h se despiste.
Via exame informatica:
"A FEVIP, GEDIPE e MAPINET vão apresentar um processo no TPI com o objetivo de obrigar os operadores, ISP e outras empresas que providenciam ligações à Net, a aplicarem filtros tecnológicos que impedem o acesso aos sites de partilha e streaming de vídeos mais populares em Portugal. O Pirate Bay é um dos alvos escolhidos. A este nome emblemático da livre partilha de ficheiros deverão juntar-se os sites de conteúdos piratas mais procurados em Portugal. O que, avaliando pelo ranking Alexa, torna os sites Wareztuga, BTNext ou FirstRow em possíveis alvos de bloqueio."
Em outras noticias, a FIVIL, PID e KGB entregaram um ultimato às Estradas de Portugal, obrigando essa empresa a colocar lombas nas auto estradas de modo a qualquer condutor que passe os 120km/h se despiste.
2013-09-12
Carta de Putin aos Americanos, publicada no new York Times
Fonte: está por todo o lado, por exemplo, aqui
By Vladimir Putin, Russian President, for The New York Times
Recent events surrounding Syria have prompted me to speak directly to the American people and their political leaders. It is important to do so at a time of insufficient communication between our societies.
Relations between us have passed through different stages. We stood against each other during the Cold War. But we were also allies once, and defeated the Nazis together. The universal international organisation - the United Nations - was then established to prevent such devastation from ever happening again.
The United Nations' founders understood that decisions affecting war and peace should happen only by consensus, and with America's consent the veto by Security Council permanent members was enshrined in the United Nations Charter. The profound wisdom of this has underpinned the stability of international relations for decades.
No one wants the United Nations to suffer the fate of the League of Nations, which collapsed because it lacked real leverage. This is possible if influential countries bypass the United Nations and take military action without Security Council authorisation.
The potential strike by the United States against Syria, despite strong opposition from many countries and major political and religious leaders, including the Pope, will result in more innocent victims and escalation, potentially spreading the conflict far beyond Syria's borders.
A strike would increase violence and unleash a new wave of terrorism. It could undermine multilateral efforts to resolve the Iranian nuclear problem and the Israeli-Palestinian conflict and further destabilise the Middle East and North Africa. It could throw the entire system of international law and order out of balance.
Syria is not witnessing a battle for democracy, but an armed conflict between government and opposition in a multireligious country. There are few champions of democracy in Syria. But there are more than enough Qaeda fighters and extremists of all stripes battling the government.
The United States State Department has designated Al Nusra Front and the Islamic State of Iraq and the Levant, fighting with the opposition, as terrorist organisations. This internal conflict, fuelled by foreign weapons supplied to the opposition, is one of the bloodiest in the world.
Mercenaries from Arab countries fighting there, and hundreds of militants from Western countries and even Russia, are an issue of our deep concern. Might they not return to our countries with experience acquired in Syria? After all, after fighting in Libya, extremists moved on to Mali. This threatens us all.
From the outset, Russia has advocated peaceful dialogue enabling Syrians to develop a compromise plan for their own future. We are not protecting the Syrian government, but international law. We need to use the United Nations Security Council and believe that preserving law and order in today's complex and turbulent world is one of the few ways to keep international relations from sliding into chaos.
The law is still the law, and we must follow it whether we like it or not. Under current international law, force is permitted only in self-defence or by the decision of the Security Council. Anything else is unacceptable under the United Nations Charter and would constitute an act of aggression.
No one doubts that poison gas was used in Syria. But there is every reason to believe it was used not by the Syrian army, but by opposition forces, to provoke intervention by their powerful foreign patrons, who would be siding with the fundamentalists. Reports that militants are preparing another attack - this time against Israel - cannot be ignored.
It is alarming that military intervention in internal conflicts in foreign countries has become commonplace for the United States. Is it in America's long-term interest? I doubt it. Millions around the world increasingly see America not as a model of democracy but as relying solely on brute force, cobbling coalitions together under the slogan "you're either with us or against us".
But force has proved ineffective and pointless. Afghanistan is reeling, and no one can say what will happen after international forces withdraw. Libya is divided into tribes and clans. In Iraq the civil war continues, with dozens killed each day. In the United States, many draw an analogy between Iraq and Syria, and ask why their government would want to repeat recent mistakes.
No matter how targeted the strikes or how sophisticated the weapons, civilian casualties are inevitable, including the elderly and children, whom the strikes are meant to protect.
The world reacts by asking: if you cannot count on international law, then you must find other ways to ensure your security. Thus a growing number of countries seek to acquire weapons of mass destruction. This is logical: if you have the bomb, no one will touch you. We are left with talk of the need to strengthen non-proliferation, when in reality this is being eroded.
We must stop using the language of force and return to the path of civilised diplomatic and political settlement.
A new opportunity to avoid military action has emerged in the past few days. The United States, Russia and all members of the international community must take advantage of the Syrian government's willingness to place its chemical arsenal under international control for subsequent destruction.
Judging by the statements of President Obama, the United States sees this as an alternative to military action.
I welcome the president's interest in continuing the dialogue with Russia on Syria. We must work together to keep this hope alive, as we agreed to at the Group of 8 meeting in Lough Erne in Northern Ireland in June, and steer the discussion back toward negotiations.
If we can avoid force against Syria, this will improve the atmosphere in international affairs and strengthen mutual trust. It will be our shared success and open the door to cooperation on other critical issues.
My working and personal relationship with President Obama is marked by growing trust. I appreciate this. I carefully studied his address to the nation on Tuesday. And I would rather disagree with a case he made on American exceptionalism, stating that the United States' policy is "what makes America different. It's what makes us exceptional".
It is extremely dangerous to encourage people to see themselves as exceptional, whatever the motivation. There are big countries and small countries, rich and poor, those with long democratic traditions and those still finding their way to democracy. Their policies differ, too. We are all different, but when we ask for the Lord's blessings, we must not forget that God created us equal.
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