2012-09-25

easy bash jobs termination

For those evil processes not ending with CTRL+C/CTRL+\

CTRL+Z, kill %1

EDIT:
CTRL+Z, kill `jobs -p`
funciona melhor, o primeiro só funciona a primeira vez no mesmo terminal.

2012-09-20

Agis III de Esparta, esqueçam o 300

Ao ler a história de Agis III de Esparta, quase que vale a pena perguntar porque é que o filme 300 não relatou a vida de Agis em vez de Leonidas I.

Agis, 3º de seu nome, viveu na mesma época de Alexandre o Grande. A Grécia (e mais tarde, todo o mundo conhecido) dobrava nesta altura o joelho a Alexandre e ao seu país, a Macedónia.

Ora, estava exactamente Alexandre na Pérsia a combater Dário III quando Agis III tem uma daquelas cãibras no joelho (tão tipicamente espartanas) e decidiu juntar um exército para recuperar a grécia. Alexandre estava obviamente demasiado ocupado e manda então um dos melhores e mais veteranos Generais, com 80.000 homens para dominar Agis.



Isto claro, revelou-se um problema para Agis, que tinha apenas cerca de 40.000 homens. Mesmo assim, decidiu enfrentar o exército Macedónio.

O hoplite grego tinha um grande escudo oval , e uma lança de 3 a 4 m de altura e armadura completa.



O hoplite macedónio usava quase nehuma armadura tirando um pequeno escudo atado ao braço, que cobria apenas o seu flanco esquerdo (enquanto que o flanco direito era protegido pelo seu companheiro de armas imediatamente à sua direita). A arma por outro lado, a sarissa, era empunhada pelos dois braços e era uma lança de 7m.



Ou seja, nesta altura, o hoplite grego, que empunhava a lança com a força de um braço, tinha que de algum modo, penetrar 3 a 4m dentro de uma floresta de lanças para conseguir riscar um escudo macedónio...

O resultado do combate é previsível, cerca de 5500 espartanos mortos, para 3000 macedónios.
Mas não fica por aqui. Conta a história que Agis liderou o assalto contra as sarissa macedónias, e tal a violência do combate que ele próprio é atingido várias vezes, e os seus soldados o dão como morto. Os espartanos começam a desesperar, mas mesmo assim tentam salvaguardar o corpo de Agis para ser enterrado em esparta.

Para sua surpresa, o corpo que eles julgavam morto ergue-se de joelhos, e ordena aos seus homens que retirem de forma ordeira, que ele aguenta os 80.000 macedónios(!).

E tal aconteceu. Este homem, ferido ao ponto de ser dado como morto, erguendo-se apenas de joelhos, e empunhando duas espadas que alcançou ali perto, matou todo e qualquer macedónio que tentou dar-lhe a estocada final. O exército macedónio parou, talvez por respeito ou admiração, e mais nenhum homem se atreveu a avançar enquanto Agis III ainda respirava.

Optaram por fim em atirar um javelim, à distância, para matar o bravo Rei.




2012-09-16

Easier blogging de páginas das interwebz

Basta arrastar este link para a vossa personal bar ou favoritos: "BlogThis!" e depois basta seleccionar o texto e carregar no supra-citado link.

2012-09-14

O medo - de José Alberto Quaresma


"O medo ensopa o país. Dissemina-se de mansinho por todo o lado como a peste. Penetra nas escolas, nas famílias. E nas repartições, esquadras, quartéis, empresas, mercados, câmaras, tribunais. Não há quarentena que o valha. 
O medo espalha o medo. Nos infantários, escolas primárias, escolas de 2º e 3º ciclo, escolas secundárias, universidades. O medo manda dezenas de milhar de professores para casa com medo. E os que estão na escola a medo ficam. Foçam em papelada transidos de medo. Na aula frente aos alunos sorriem a medo. Os alunos vêem o baço brilho do medo nos olhos docentes. Os alunos brincam, estudam, distraem-se. Mas pressentem a ameaça. O medo já vive dentro deles.
O medo mandou transformar novas oportunidades em velhíssimas inoportunidades. Mascara com as defuntas novas oportunidades a diminuição de alunos para justificar o despedimento de professores. O medo manda atulhar os alunos em contentores que fazem lembrar as salas de aula do passado recente. O medo manda milhares de alunos para a rua da universidade porque não podem pagar as propinas e passam fome. E têm medo porque lhes estão a saquear o futuro.  
O medo de hoje nasceu na rua de S. Caetano à Lapa e no Largo do Caldas de forma legítima directamente vertido das urnas abertas. O medo mentiu sem vergonha para entrar com pompa no Palácio de S. Bento. Subiu decidido à rua Gomes Teixeira. Propagou-se pelo Terreiro do Paço. Chegou ao Palácio Ratton e ao Palácio de Belém.O medo faz medo com o medo que tem do FMI, do Banco Central Europeu, da Comissão Europeia.
E agora o medo tem medo da rua. Encapsula-se com medo a sete chaves em recintos fechados por muros de polícias. No Aquashow, em Quarteira, no fim das férias. Na fortaleza da Gomes Teixeira.  
O medo tem medo de ir à RTP explicar-se a medo. Medo dos trabalhadores e da populaça que possa vociferar na Gomes da Costa. O medo chama a parafernália de carros de exteriores, parabólicas, técnicos, para uma transmissão televisiva em directo do seu bunker. O medo por ter medo não tem pudor em esbanjar assim dinheiros públicos.
O medo manda um ministro de Estado, agora silencioso e outrora palavroso e que não admitia mais austeridade, cancelar à última hora a sua presença na homenagem a um antigo presidente do Brasil, apesar de lá ter regressado há pouco de um passeio oficial. E manda o inefável desmemoriado ministro da 5 de Outubro substitui-lo.
E o medo tem medo de apear a segunda figura do governo que comprou um canudo nos salvados da feira da ladra em que uma universidade por onde passou furtivo se transformou. 
O medo atingiu quem pode porque amanhã tem medo de não poder. O medo finge não ter medo de espoliar reformados e trabalhadores por conta de outrem para meter no bolso da administração de empresas grandes o dinheiro que será seu e que fará dele tudo o que entender menos criar emprego porque as pessoas com medo fazem dieta espartana e não consomem mais do que aconchegos de estômago.
As pequenas empresas agonizam e fecham as portas. E a calçada frente ao Instituto de Emprego peja-se de gente que a medo vai mendigar ao Estado o subsídio que tarde e a medo chega.
O medo manda para a emigração gente qualificada com medo e necessidade de sobreviver, como outrora mandava muito querido jovem compatriota dar o salto para um qualquer bidonville de Paris a preencher o buraco na barriga ou para fugir dos buracos que as balas, minas e armadilhas em África podiam abrir nos camuflados. 
O medo finge não ter medo da raiva em que o medo se pode metamorfosear. Em palavras obscenas de angústia, em bandeiras negras de cólera, em ovos que falham o alvo. Ou, esperemos que nunca, em balas como as que mataram o penúltimo rei ou o quarto presidente da República, o ditador Sidónio. 
O medo pode levar a perder o medo. E o medo perdido incendeia cabeças perdidas. E as cabeças perdidas, em solitário ou em bandos radicais, metem mesmo muito medo."
Todo o texto é de autoria de José Alberto Quaresma, publicado in Expresso

2012-09-13

Cristas VS o ovo






«Um homem levantou-se da sua cadeira num auditório e atirou um ovo a Assunção Cristas, que discursava no palco. É a chamada ovação de pé.»

via Twitter / boloposte

pós-ACTA: ACTA 1.1 num documento da União Europeia

Cross-post Facebook,

A ideologia da ACTA continua viva pelo menos num novo documento da UE
[só li o artigo, não verifiquei fontes, mas confio no autor]

Knight: começas a perceber porque é que andava frustrado na altura da
SOPA? No-one cares! A única maneira de combateres esta merda é pagares
a uma companhia à la U.S. of A. para fazerem lobbying por ti, (quem?
Electronic Frontier Foundation? Free Software Foundation Europe?) para
defenderem os teus direitos. De resto és uma formiga ao pé deles e não
é por causa de 10000+ shares no FB ou similar que vais conseguir
alguma coisa. O pessoal cansa-se e tu no final perdes tempo e acabas
lixado à mesma. E como é costume o documento está escrito de forma
inconsistente para não ser claro o que quer passar.

TL;DR: ACTA foi derrotada, ideias voltam noutro documento; documento
está escrito em doublespeak (ao menos ainda não é newspeak...)

http://www.techdirt.com/articles/20120912/02343820354/new-kremlinology-decoding-signals-future-eu-copyright-enforcement-moves.shtml

2012-09-11

Para desanuviar, submarinos nucleares

Isto era para ser um post enorme e dissertativo, mas depois apercebi-me de que ninguém quer passar um quarto de hora a ler acerca da história da falta de um jogo de submarinos em condições, portanto, vamos dieritos ao sumo da questão:

Antes de continuarmos, vou assumir que já toda a gente aqui viu, pelo menos uma vez, o "The Hunt for Red October", "K-19" ou mesmo "Das Boot" (ou semelhantes), só para que fique estabelecido - os submarinos são fixes.

Agora, não assumindo nada, vamos olhar brevemente para a história de jogos de submarinos. Digo brevemente porque não há quase nada para ver, comparado com, por exemplo, a história dos FPSs. E, do que há para ver, quase todos são extraordinariamente complicados. Muitas vezes (como se houvesse todas as vezes juntas fossem sequer "muitas"), o jogador, que é o comandante do submarino em questão, tem que ser capaz de desempenhar funções em qualquer dos postos da ponte (sonar, lemes, armas, etc), e estar constantemente a trocar de posto não é lá muito prático. Em podendo dar ordens à lá "Endwar", ou seja, carrega-se no botão, diz-se para o microfone o que é que se quer que aconteça e os duendes do reconhecimento vocal fazem magia para que isso mesmo aconteça, as coisas podiam ser melhores, mas não sei em que pé está essa ideia junto dos simuladores de submarinos - o que, na verdade é menos que relevante, uma vez que esse sistema é inflexível, apesar de funcionar razoavelmente bem... quase sempre.

Portanto, nova ideia: em vez de fazer um jogo para um só indivíduo se armar em Sean Connery durante umas horas de cada vez, vamos pensar em grande: um edifício inteiro (não tem que ser muito grande) dedicado à ideia. Numa (ou duas) divisão, faz-se uma (ou duas) réplica aproximada da ponte de um submarino. Os jogadores inscrevem-se e ficam no registo "da casa". Antes de cada "sessão", cada jogador vai a uma explicação (ou mais, dependendo de tempo e disponibilidade) de como funciona um posto da ponte à escolha, dada por um membro da Marinha, reformado ou em licença por tempo indefinido. A partir daí, fica no registo do jogador que o dito jogador está habilitado a jogar no posto em questão. Caso o jogador esteja qualificado para jogar em qualquer posto, pode jogar como Comandante.

Dadas as palestras, sigamos para o jogo a sério. Escusado será dizer, como os jogadores foram instruídos em prácticas de combate submarino e estão num simulacro da ponte de um submarino, o objectivo é estrelar ovos, ou, alternativamente, caso algum dos participantes não goste de ovos estrelados, cumprir uma missão típica de um submarino (por exemplo, afundar uma frota de navios de superfície, ou caçar outro submarino). Caso haja duas equipas e dois simulacros, os jogadores podem decidir jogar ambos na mesma equipa ou uns contra os outros. Se as equipas não estiverem completas, a casa há de ter funcionários (possivelmente também da Marinha) que preencham os lugares em vazio (máximo de, por ora, duas vagas por equipa, e uma delas pode ser o Comandante, caso não haja jogadores qualificados). Depois, é deixar a malta divertir-se a fingir que está debaixo de água.

Não pensem que a ideia é tão descabida como parece (se bem que pareça assaz descabida). Afinal, no Caramulo, há uma companhia que faz uma coisa parecida: cidadão perfeitamente vulgares vão para um hotel durante um fim de semana; no Sábado têm uma sessão de treino e no Domingo vestem fatos de neoprene e vão descer o rio Teixeira a pé, por exemplo, ou fazer rappel ou rafting ou arranjar outra maneira de se partirem todos em prol de fazer desporto no meio da Natureza. O patrão, em 2002, era um Capitão do Exército em licença por tempo indefinido e os funcionários, para além de darem o treino, ajudavam os participantes durante a "viagem" (e, a páginas tantas, bem que era preciso).

Fica a ideia. Pode ser que arranje parceiro de negócio.

Pax vobiscum atque vale.

2012-09-10

opinião sobre: "SIBS: Como lidar com o monopólio"

Para a secção de "polícia da internet" ou "castigadores da parvoice", o artigo intitulado "SIBS: Como lidar com o monopólio", que deve grande popularidade nas redes sociais, aparenta ter erros factuais na sua argumentação, nomeadamente sobre quem são os responsáveis por aumento das taxas.
Acredito mais nos dois últimos comentários da página que no artigo em si.
Devo acrescentar que, apesar das premissas aparentarem estar erradas (nomeadamente, responsáveis pelas taxas), a proposta parece-me, no entanto, viável (note-se: isto é um juízo de valor, não de facto), apesar de não ir resolver o problema dado que as premissas do problema estão erradas.
Citando um tal Fernando de um comentário do post em questão:
Há aqui muita confusão quanto aos protagonistas. Fala-se como se as comissões pagas pelos comerciantes fossem integralmente para a SIBS, quando só uma pequeníssima parte do valor pago é para esta empresa. A maior parte do valor pago vai para a entidade emissora do cartão usado (por exemplo, um banco português), para a entidade detentora da marca de cartão (Visa, MasterCard, etc.), para a entidade que instalou o terminal de pagamento (em princípio outro banco), para o banco onde o comerciante tem conta e para o nosso banco (que autoriza o débito em conta). O valor cobrado pela SIBS é, de todos, o mais baixo. O emissor do cartão deve ser dos que mais cobra, pois, se alguns devolvem ao cliente 1% do valor das suas compras (por ex., um banco credita esse valor num PPR em nome do cliente), é porque cobram bem mais do que 1%…


Acrescento também, de um tal Cristóvão Matos, de um comentário ao mesmo post, ênfase meu:
Porque é que não é correcto dizer que a SIBS é um MONOPÓLIO:
A SIBS FPS, enquanto processador puro, é uma infra-estrutura. Há que separar a infra-estrutura dos serviços (comercial). Tome-se o exemplo da rede ferroviária: não é economicamente eficiente que cada operador crie a sua rede ferroviária, mas sim que disponibilize serviços sobre uma rede comum (ex: REFER). O mesmo se aplica à rede eléctrica: a REN gere a infra-estrutura, que é usada pela EDP, pela Endesa, etc…
O negócio de processamento é um negócio de volume, só sustentável acima de 1000 milhões de transacções / ano. Quanto maior o volume, menor o custo.
A SIBS FPS é o 5.º/6.º maior processador europeu. Existem cerca de 15-20 processadores significativos (volume superior a 500 milhões/ano) e a tendência que se tem verificado é a da consolidação, ou seja, redução do número por via de fusões/aquisições.
O modelo de negócio da SIBS é de cost-recovery, ou seja, de cobertura dos custos operacionais. A SIBS é um dos processadores europeus mais baratos – o custo médio por transacção é de 0,1 €. O da SIBS é metade.
A vertente comercial do serviço SIBS, ou seja, a disponibilização de serviços sobre a rede Multibanco (rede da SIBS FPS) é responsabilidade da SIBS Pagamentos (dona do scheme/marca MB), e dos clientes (bancos acquirers/emissores, entidades de pagamentos, etc…).
O mercado português não está fechado a outros processadores. Se os bancos escolhem a SIBS como processador não é por favor, porque têm outras possibilidades. É porque é o mais eficiente e porque tem os melhores serviços. A rede Multibanco apresenta uma oferta de serviços que é úma referência mundial ao nível de serviços.
Portanto, deveriamos estar todos muito orgulhosos por termos uma empresa reconhecida a nível mundial pela sua capacidade de inovação à escala global: foi em Portugal e com a SIBS que nasceram os cartões pré-pagos carregados em ATM, as compras de bilhetes de comboios e espectáculos, os pagamentos ao Estado, o MB Net, a Via Verde, o pagamento de Portagens, etc…
Não sei se sabem que enquanto que em Portugal é possível fazer quase tudo num ATM, no estrangeiro, apenas uma pequena fracção desses serviços está disponível.

2012-09-09

The Beginning of the USSA

Passou a estar à venda nos Estados Unidos da América, uma revista de apoio à Candidatura do Mitt Romney à Casa Branca que tem a seguinte capa.



Isto faz lembrar uma outra imagem de tempos passados, que quase trouxe o mundo à beira de uma guerra nuclear...


Definitivamente o Capitalismo Americano falhou... pois acabou-se por tornar igual ao seu arqui-inimigo de tempos passados....

2012-09-07

Coelhinho se eu fosse como tu...



"Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução." 
"Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa." 
"Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias." 
"Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas." 
"O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa." 
"Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos." 
"Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos." 
"Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos." 
"Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado." 
"Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal." 
"O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando." 
"Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa." 
"Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas." 

Vamos ver o comunicado de hoje às 19:20

Sessão do Gmail e interação com browsers: factos curiosos

Descobri uns quantos factos curiosos acerca do Gmail que podem ou não ser do vosso interesse ou, no mínimo, são curiosos :)

Sabiam que

  1. no Firefox, e noutros browsers aparentemente também, se tiverem algo como "Restaurar tabs abertas"/"Continue where I left off ", para além do URL e posicao na tabbar, os browsers guardam informação extra, e que essa informação extra permite que mesmo que se apague cookies e amigos, o login no Gmail seja feito automaticamente ao reabrir o browser?
  2. no Chome, com "Open with new tab" e "Keep local data only until I quit my browser", se se fechar e abrir o Chrome e depois for a mail.gmail.com, o login é feito automaticamente?
  3. se tiverem o Google Sync activo no Chrome, então estão sempre logged in no Google? (antes que digam que isso é óbvio, inicialmente não era assim :p)

2012-09-05

Java update que traz Ask.com toolbar

OMG A FREE TOOLBAR! I MUST INSTALL IT!!!1111111





Tenho alguma pena das pessoas que fazem next, next, next...

2012-09-03

Como esticar a largura do blog para 100%

Pensei que já tinha descrito isto algures...

Settings > Template > Advances > Add CSS

.content-outer, .region-inner {
    min-width: 100% !important;
    max-width: 100% !important;
    _width: 100% !important;
}