2011-10-13

Como acabar o mundo em 10 simples passos

Tenho 2 notícias para partilhar!
1) Em 1897, um cientista teve a grande ideia de colocar esporos de bactérias humanos numa "cápsula do tempo". Isto é, num contentor resistente, que é depois enterrado. Ora, agora, em 2011, encontraram essa cápsula do tempo com os esporos, e a comunidade científica está feliz da vida por ter acesso a um estripe de bactéria completamente nova! Próximo passo? Reanimar e cultivar estes esporos de 1897, e trazer de volta à vida uma bactéria que nunca teve contacto com os medicamentos modernos!

2) Inglaterra, 2011. Cientistas conseguiram extrair o código ADN completo da bactéria da Peste Negra a partir de dentes medievais. Podem agora, usando um processo recente que consiste na substituição de ADN em bactérias, recriar a bactéria mais mortal da história da humanidade! Hurra, um nobel para estes senhores.

4 comments:

Pedro F. said...

Já tinha lido a notícia relativamente à peste negra.
Em teoria™ a estirpe não mudou assim tanto para causar uma epidemia como em 1300-ish. Nem supostamente na altura devia ter causado tantos problemas, supõem que houve várias estirpes responsáveis pela peste em geral.

Mas se quiseres mais ideias eu arranjo:
a) todos os seres vivos polarizam a luz de determinada maneira. Não se sabe porquê, só se sabe que acontece.
b) há medicamentos produzidos por seres vivos (bactérias?) geneticamente modificadas
c) de vez em quando há contaminação desses ambientes onde vivem essas bactérias.

Método número 3 para terminar o mundo: alterar as bactérias de a) para serem totalmente ao contrário (i.e., polarizarem a luz de forma contrária) para não poderem ter o seu meio ambiente afetado por outras bactérias.
Em teoria™, como tanto os constituintes do meio como as bactérias são incompatíveis com as bactérias e meio normais, não haverá problema. E, em teoria™, se fugirem de lá também morrem rapidamente porque o meio delas não existe em mais nenhum lado.

E entretanto esqueci-me do 4)

:(

Pedro F. said...

Acho que o 4) envolvia recriar uma bactéria completamente do zero mas não me lembro dos pormenores por isso não vou desenvolver...

Pedro F. said...

Descobri agora que as bactérias que produzem insulina são separadas das que não incorporam o gene para produzir insulina porque junto com o gene para produzir insulina é-lhes dada imunidade a um antibiótico. Assim matam-se as que não produzem insulina e sobram as que são resistentes ao antibiótico (e portanto têm também o gene de produzir insulina).

Sintra said...

A exasperacao do Peres eh quase tangivel nas suas palavras :D