2013-06-24

Google's machine learning

Soundtrack para o post




Aparentemente a Google tem uma rede neural a funcionar que consegue identificar gatos. Se tivermos em conta que a rede de computadores nunca foi ensinada especificamente a saber o que e como era um gato, dá algo que pensar.


Mais notícias indicam que a Google se prepara para lançar várias apps que usam machine learning para fazer o seu trabalho.


A Skynet anda por aí. O vosso Android anda com o Home Screen a crashar? A vossa app do Chrome pára de responder de vez em quando? Lembrem-se,  a Google AI está a caminho :p

A Google publica alguma da sua investigação neste site.

7 comments:

Peres said...

Será que, quando o ser Humano desaparecer do planeta, as máquinas se perguntarão quem foi o seu criador? Terão teorias de evolução e divindades?

O deprimente é a enorme pouca eficiência das máquinas quando tentam simular comportamentos humanos. Para elas, ler e gravar uma lista telefónica é trivial. Reconhecer uma cara já é um trabalho do catano. O ser Humano é o que é com apenas o equivalente a 750megabytes de código genético, no entanto, temos essas "redes neurais" para reconhecer um gato.

Pedro Francisco said...

Não é uma comparação totalmente válida, as blueprints dos sistema que reconhecem os gatos devem ser para aí, dizendo à sorte, muito menos de 10 MB.

A comparação correta seria os GB de informação no cérebro versus o tamanho do software+DB usados.

Pedro Francisco said...

«Many people tried to make estimates about how it would compare to a computer, and common estimates range between one and ten terabytes (1,000 gigabytes). Others believe it is far greater at about two petabytes (a million gigabytes»

Peres said...

Discordo.

O código genético não é software, nem DB, nem compilador, é "código máquina" do mais puro que há. Não há nada mais "base" na compilação do ser humano.

Hmm, isto merece um post. Aguardem!

ArabianShark said...

Mais alguém acha extremamente cómico que a rede neuronal aponte especificamente para gatos? Francamente, parto-me a rir de cada vez que imagino um aglomerado de computadores, a correr um algoritmo demasiado intrincado para um só computador actual e a olhar para uma fotografia para depois exclamar "Gato!".

Pedro Francisco said...

Hum... O que eu assumo que eles tenham feito/querido explicar foi:
* arranjar imensas imagens
* dizer 'nesta imagem há um gato'
* dizer 'nesta imagem não há um gato'
e o programa conseguiu decifrar o que era um gato sem ter sido ensinado o que era um gato programaticamente.

ArabianShark said...

Concerteza, Pedro, imagino algo no género. O que acho cómico é a escolha do objecto a identificar. Podiam ter escolhido, por exemplo, armas de fogo, para fazer com que o programa pudesse, numa situação de reféns, identificar os raptores, mas não; gatos!