2010-10-04

SoftMaker Office

Caso algum dos leitores deste blog esteja interessado em comprar software porque

  • vai deixar de piratear o MS Office / Apple iWork
  • não gosta do OpenOffice.org
então venho por este meio dar a conhecer o SoftMaker Office. Por €69.95 têm 3 licenças para uso na mesma companhia ou residência (ou €29.95, se forem estudantes). Comparem com os €109 do Office versão normal. Não consegui perceber quanto é que custava a versão para estudantes, os sites da MS têm o condão de me enervar.

De notar que o SoftMaker Office traz o equivalente "apenas" a Word, Excel & Powerpoint, enquanto que o Office traz o Word, Excel, Powerpoint & OneNote .

Adenda: o SoftMaker Office diz que tem compatibilidade excelente com .docx e amigos, mesmo com os mais complicados. Preciso de testers para confirmar isso.

Adenda n.º 2: Afinal não têm versão para OS X.

11 comments:

Hal said...

Bem, uma licença simples para o iWork são €80 e uma licença "familiar" (dá para 5 máquinas) custa €100, mas também só tem o equivalente do Word, Excel e Powerpoint. Ok, equivalente não é a palavra correcta: tem o Pages (que bate o Word), o Keynote (que dá um ass rape descomunal no Powerpoint) e o Number (que sucka e que leva tareia do Excel, imho).

Mais alternativas gratuitas (mas online): o Zoho.com oferece uma suite de aplicações deste tipo gratuitas muito boa, e o inevitável Google Docs tem uma vantagem enorme sobre a suite office offline - a colaboração simultânea entre utilizadores.

Sintra said...

Open Office acho que eh excelente. O problema nao eh do OO, mas sim da incapacidade do word de trabalhar com documentos de outros programas.
A solucao eh simples, nao se usa o office da microsoft, mas enfim, quando vejo empresas como a Manitoba Hydro (cheia de engenheiros e pessoal muito inteligente) a renderem-se aos produtos microsoft... honestamente, internet explorer 6??? fds mal posso esperar pra estar sentado no telecontrol c o meu portatil pessoal e poder ter um Opera ou mm Firefox.

Resumindo: GG sao todos preguicosos usam microshit em vez de programas freeware igualmente bons ou melhores.

Zeca said...

O open office com a versão 3 ficou excelente ... a oracle meteu as patas nele ... vamos é ver se não o estraga...

Sintra .... se soubesses o quanto se sofre pra fazer um site IE 6 ou 7 ...

As boas noticias é que 'apenas' 13,6% dos utilizadores usam IE6 e 7 ...
(estatisticas de Setembro de 2010)

João Davim said...

Não sejam meninas e usem LaTex...

Jamex said...

Mas??? Quem é que no seu perfeito juízo ousa lançar para o mercado um novo produto que não traz nada de novo? E ainda por cima pago???? E para linux?? E feio como tudo... LOLOLOL
Coitadinhos que desperdicio de horas e dinheiro a desenvolver um produto. O tipos não andam mesmo a ver o padeiro. Nem iphone nem android nem mac nem nada do que ultimamente realmente tem crescido.

Pedro Francisco said...

Jamex, precisas de abrir um .docx grande e usas software legal; Openoffice não abre, Office custa-te mais de 100 euros. Não pagavas?

Pedro Francisco said...

Para além do mais repara que por €70 compras uma licença para o teu departamento/escola inteiro. A interacção deles com o .docx é o ponto forte deles, se a escola precisar de .docx, então eles estão bem posicionados.

Caso contrário, OpenOffice ganha.

Sintra said...

Voces falam como se o OpenOffice nao conseguisse abrir docx. O OpenOffice nao tem problemas com o docx, simplesmente nao guarda eh ficheiros nesse formato. O problema eh o MSOffice a abrir documentos do OpenOffice... consegue o incrivel de desformatar tudo e foder o documento todo.

Se todas as empresas usassem OO, deixava de haver os docx e xlsx e essas merdas inuteis, qd o velho doc serve bem.
E que eu saiba, OO eh ah pala n??

Pedro Francisco said...

O OpenOffice tem problemas com .docx grandes, desformata, segundo me dizem.

ArabianShark said...

Como ainda vou a tempo, deixo aqui o meu encorajamento a esta nova solução, depois de o Microsoft Word, que é feito pela Microsoft, que tem rios de dinheiro para investir num produto de qualidade, me ter pegado na frase "O robot que pretendemos construir (...)" e sugerido que substituísse por "Os robots que pretendemos construírem (...)".

Construam miolos, Microsoft!

Pedro Francisco said...

Na verdade acho que a componente gramatical é licenciada a uma empresa portuguesa, cusca o Help/About.